Esta
semana os residentes do Bella Vita Residencial Sênior, em Florianópolis, foram
conhecer a Padaria Santa Helena, onde puderam fazer seus pedidos usando tablet e foram servidos pelo Otto, um incrível robô garçom.
A
relação entre as pessoas idosas e a conectividade vai muito além de
"aprender a mexer no celular". Hoje, a tecnologia é um dos pilares
mais importantes para o envelhecimento ativo, saudável e digno. O exemplo dos
nossos residentes fazendo pedidos no tablet e interagindo com o robô, ilustram
perfeitamente como a inclusão digital transforma o cotidiano dessa geração.
A
conectividade impacta a vida da pessoa idosa em quatro pilares principais:
I)
Combate ao Isolamento Social e à Solidão – à medida que os anos passam, a rede
de contatos físicos pode diminuir. A conectividade preenche esse espaço,
especialmente através de chamadas de vídeo para aproximar pessoas da famílias e
amigos que moram em outras cidades ou países. Além disso, há também as
comunidades digitais, que são grupos de mensagens e redes sociais ajudam a
encontrar pessoas com os mesmos interesses (grupos de leitura, artesanato,
viagens).
II)
Estímulo Cognitivo e Autonomia – interagir com novas interfaces tecnológicas é
uma excelente ginástica cerebral. Isso traz um grande desafio mental, pois aprender
a usar um aplicativo novo, fazer um pedido pelo tablet ou configurar uma smart
TV estimula a neuroplasticidade (a capacidade do cérebro de criar novas
conexões). Há também um impacto na independência no dia a dia, já que acessar o
aplicativo do banco, pedir um transporte por app ou fazer compras de
supermercado online devolve ao idoso o controle sobre sua própria rotina, sem
depender de terceiros.
III) Saúde e Monitoramento (Gerontotecnologia) – a conectividade transformou a área da saúde e do bem-estar na terceira idade. Atualmente há a telemedicina, que são consultas de rotina ou acompanhamento psicológico, que são feitos à distância. Há também dispositivos vestíveis (Wearables), como relógios inteligentes que monitoram os batimentos cardíacos, contam passos e, o mais importante, possuem sensores que detectam quedas e avisam os responsáveis em tempo real. E é claro que há ainda os lembretes inteligentes, que são os assistentes virtuais por voz.
IV)
Acesso ao Lazer e à Cultura – a internet democratizou o entretenimento para
quem tem mobilidade reduzida. Alguns exemplos são:
-
Streaming e música: Filmes, novelas antigas, documentários e as músicas que
marcaram a juventude a apenas um clique de distância.
- Turismo virtual: Museus do mundo todo oferecem visitas online gratuitas, permitindo "viajar" sem sair do sofá.
Vale
ressaltar que, para que a conectividade de fato exista, o mercado precisa
entender que inclusão não é simplificação, é design inclusivo. Interfaces com
letras muito pequenas, botões muito próximos ou excesso de propagandas
flutuantes criam barreiras de acessibilidade, frustrando quem tenta usar.
Falar
sobre tecnologia e conectividade para a longevidade é sempre um tema que traz
grande reflexão, e sobretudo que vem ganhando espaço e muita importância na
qualidade de vida das pessoas idosas, tanto para idosos que residam em suas
próprias casas, quanto aqueles que residam em uma casa de repouso, residencial
sênior, lar geriátrico ou asilo.
O
Bella Vita Residencial Sênior em Florianópolis busca sempre oferecer oportunidades para que os residentes possam conhecer as inovações mais atuais. Isso faz com que os idosos possam desenvolver senso de pertencimento, além de se sentirem atualizados e acompanhando as tendências.
Para
saber mais sobre estes e outros conteúdos importantes para a longevidade, é só acompanhar
nossas redes sociais através do endereço @bellavitasenior.
Equipe de Comunicação
e Marketing Bella Vita – Outubro, 2026